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Estudo indica que coronavírus aumenta risco de desenvolver a doença de Parkinson

De acordo com um estudo publicado na revista Trends in Neurosciences, a COVID-19 pode desencadear a doença de Parkinson, mesmo em pessoas sem histórico familiar de doença degenerativa.

Segundo os investigadores do Instituto Van Andel, alguns efeitos secundários do novo coronavírus, como a coagulação do sangue, ou a inflamação do sistema nervoso enfraquecido, podem tornar os pacientes mais vulneráveis ao distúrbio cerebral.

Para chegar a esta conclusão, a equipa de cientistas examinou três estudos de caso de pacientes com COVID-19 que desenvolveram sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson semanas após a recuperação. Nenhum deles tinha histórico familiar de distúrbio do sistema nervoso, que pode causar tremores, rigidez e perda de equilíbrio.

Embora os casos não provem que a infeção por COVID-19 causa a doença de Parkinson, os resultados sugerem uma “possível relação perturbadora” entre o contágio e distúrbios neurodegenerativos.

Em dois dos casos, os sintomas dos pacientes melhoraram depois de terem sido tratados com medicamentos que reabastecem a dopamina, e o terceiro recuperou espontaneamente

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